Bem, amigos, essa coluna é sobre política, mas estamos quase no meio da Copa do Mundo, centro das atenções nacionais, sendo assim, para entrar em campo e não passar em branco, vamos fazer uma tentativa de análise do comando político dos 48 países que disputam essa competição.
32 (67%) desses países são repúblicas e os demais 16 (33%) são monarquias.
Os sistemas de governo são assim estabelecidos:
19 são parlamentaristas (40%);
16 são presidencialistas (33%);
8 são semi-presidencialistas (17%);
4 são absolutistas (8%); e
1 é federalista (2%).
Os Chefes de Estado dessas nações são assim proclamados:
29 Presidentes (60%);
12 Reis (25%);
3 Primeiros Ministros (6%);
1 Aiatolá (2%);
1 Imperador (2%);
1 Chanceler (2%); e
1 Emir (2%).
Dos 48 chefes de estado, 47 são homens (98%), e a única exceção (2%) é uma das anfitriãs, a Presidente do México, Claudia Sheinbaum Pardo, que também é a primeira mulher a assumir o comando do país.
Esses chefes de estado tem as seguintes tendências ideológicas:
Sem viés político: 17 (35%);
Direita e Centro-Direita: 16 (33%);
Esquerda e Centro-Esquerda: 13 (27%); e
Centro: 2 (4%).
Porém, independente do Chefe do estado, que em alguns casos é apenas uma marionete, esses países participantes do certame têm, hoje, as seguintes linhas de comando político:
Direita: 14 (29%);
Centro-Esquerda: 12 (25%);
Centro-Direita: 10 (21%);
Esquerda: 4 (8%);
Coalização entre Direita e Esquerda: 4 (8%);
Absolutismo: 3 (6%); e
Centro: 1 (2%).
Mas se o assunto é futebol, não me omitirei em não arriscar.
Meu palpite é uma final da Argentina, de Messi, contra a França de Mbappé, com vitória dos “hermanos”.
Espero que Vini Jr. me engane como fez com Virgínia e traga o hexa para nossa gente.
Vou até achar ele “lindão”.
Júlio Esteves é Gestor Financeiro e atual Secretário Municipal de Relações Institucionais e Governança Corporativa da Prefeitura de Barra Mansa.