Por volta dás 12h de hoje, equipe GPT da 7ª DEL PRF em deslocamento p/ encaminhar a ocorrência de Mandado de Prisão p/ a Delegacia de Polícia Federal de Volta Redonda, avistou uma carreta q circulava pela Dutra com um dos caracteres das placas dianteira e traseira encoberto p/ dificultar a identificação do veículo. Ato contínuo, por estar empenhada em ocorrência, a equipe GPT informou à equipe DELTA da 7ª DEL PRF de serviço na UOP FLORIANO p/ q fosse abordada a referida carreta. A equipe DELTA obteve êxito em abordar o veículo, no km 293 da Dutra, sentido RJ, em Barra Mansa, constatando q o cavalo-trator estava com o último caractere da placa dianteira encoberto por um papel adesivo branco, enquanto q o semirreboque estava com o 3° caractere da placa traseira também encoberto por um papel adesivo de cor branca, para evitar a identificação do Conjunto Veicular de Carga (CVC). Questionado, o condutor confessou que havia adulterado as placas p/ não ser pêgo pelos radares. O condutor não apresentou a documentação dos veículos, mas, foram encontrados CRLVs com as placas dos veículos em posse do caminhoneiro. Ao ser realizada consulta nos sistemas disponíveis foi verificado q o licenciamento do semirreboque estava em dia e compatível com o CRLV encontrado; já do cavalo-trator, o licenciamento estava atrasado (2021) e o CRLV encontrado, constava como execício 2025, ou seja, estava adulterado (CRLV falso). Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao caminhoneiro com base no artigo 311 do CP - adulteração de sinal identificador de veículo, por ter adulterado as placas. Qto ao CRLV falso, foi apreendido pela autoridade policial (delegado) da 90ª DP de Barra Mansa p/ onde a ocorrência foi encaminhada, p/ ser periciado e realizada investigação sobre a adulteração do documento. O caminhoneiro ficou preso, pois crime do artigo 311 do CP é inafiançável.