Influenciadora e comerciante de Volta Redonda é investigada por venda clandestina de medicamentos

Suspeita teria retornado ao Rio após saber de operação policial

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Influenciadora e comerciante de Volta Redonda é investigada por venda clandestina de medicamentos
Foto: Reprodução

A comerciante e influenciadora digital Tay Marchiori, proprietária de duas lojas em Volta Redonda, é alvo de uma investigação da Polícia Civil por suspeita de comercializar irregularmente medicamentos utilizados para emagrecimento. Na tarde da última quarta-feira (3), agentes da 90ª DP (Barra Mansa), coordenados pelo delegado Marcus Montez, cumpriram três mandados de busca e apreensão em endereços ligados à investigada no município.

Segundo informações obtidas por uma fonte ligada ao caso, Tay Marchiori estaria se deslocando do Rio de Janeiro para Volta Redonda quando tomou conhecimento de uma operação policial, diante da informação, teria retornado para a capital fluminense. Ela não foi localizada durante o cumprimento das medidas judiciais.

Durante a ação, os policiais apreenderam mais de 100 frascos contendo comprimidos sem qualquer identificação de composição química, sem indicação de laboratório fabricante e sem prazo de validade. Também foram recolhidas ampolas, seringas e um computador, materiais que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apura a atuação da influenciadora digital na promoção, incentivo e venda dos medicamentos por meio das redes sociais. Os produtos seriam comercializados sem acompanhamento médico e sem garantias quanto à procedência, qualidade ou segurança para os consumidores.

Todo o material apreendido será encaminhado para perícia técnica, que ficará responsável por analisar a composição, a origem e o eventual potencial lesivo dos produtos à saúde pública.

As investigações continuam para identificar possíveis envolvidos na comercialização e distribuição dos medicamentos apreendidos, além de dimensionar a extensão da atividade investigada. Até o momento, não houve prisões e a suspeita não se manifestou publicamente sobre o caso.


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