01/04/2026 às 22h05min - Atualizada em 01/04/2026 às 22h05min

RETIFICAÇÃO

Na nossa última coluna, antecipei que a vaga remanescente na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro,em virtude da cassação do ex-deputado Rodrigo Bacellar, iria para o PODEMOS, mais precisamente para WELLINGTON JOSÉ.

De fato, meus cálculos estavam certos e conforme anunciei, só uma vaga seria alterada, mas havia uma informação errada pois o limite de votos mínimos para assumir uma vaga direta é de 20% e não de 10% como supunha por ter lido algo em órgão oficial, que me levou a essa conclusão.

Sendo assim, como com a exclusão dos votos adquiridos por Bacellar (97.822), o novo quociente eleitoral ficou em 119.930, e dessa forma, o mínimo de votos para assumir uma vaga permanente na ALERJ caiu para 23.986. Wellington teve 22.817, ou seja, menos 1.169 que o limite mínimo.

Informei corretamente que a próxima vaga iria para o PL, e se houvesse outra, para o UNIÃO BRASIL, jamais para o partido de Comte Bittencourt (CIDADANIA), conforme o Globo chegou a afirmar. E como o candidato do PODEMOS a postular a vaga não atingiu o quórum mínimo, a vaga, de fato, foi para o PL, em nome do Delegado Carlos Augusto, mas como ele já estava de posse de mandato efetivo em face da renúncia do Prefeito eleito de Cabo Frio, Dr. Serginho, quem foi factualmentebeneficiado foi o economista niteroiense RENAN JORDY (irmão do deputado federal CARLOS JORDY), que adquiriu 36.343 votos.

Peço perdão pelo erro a que fui induzido, muito embora minha informação tenha sido muito mais precisa do que a ofertada pela mídia, especialmente no jornal “O Globo”.

 

 

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